AGOSTINHO DA SILVA EM SESIMBRA, 15

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Prof. Agostinho da Silva: «A Península Ibérica deveria ser guia do mundo!»

Entrevista de: Pedro Martins, António Ladeira, José Pedro Xavier

 Agostinho da Silva2.

Diz que o Guia e inspiração do Mundo deveria ser uma Comunidade Internacional de Línguas Ibéricas. Diz ainda que a Comissão dos Descobrimentos deveria planear novos descobrimentos em vez de comemorar os antigos. Que a Escola deseduca as pessoas já todos desconfiávamos embora nunca ninguém, como ele, tenha sabido aumentar-nos assim a suspeita. Tendo sido aluno de vultos do pensamento português como Teixeira Rego, o Prof. Agostinho da Silva continua a suscitar o aplauso entusiasta dos que o consideram o último dos filósofos portugueses e o silêncio condescendente dos que nele mais não vêem do que um sonhador dotado de uma perícia verbal apuradíssima.

Dificilmente alguém se terá esquecido das suas «conversas» polémicas há alguns anos atrás na Televisão, a figura surpreendentemente mediática de Agostinho da Silva fascinava pela vontade e eficácia na árdua tarefa de convencer. Para dizer o menos, o «Raio de Luz» ouviu um poeta que agora transcreve, o que – para quem se habituou a ouvi-lo – não é dizer pouco.

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A MISSÃO DE PORTUGAL NO MUNDO É MAIOR COM A ENTRADA NA COMUNIDADE EUROPEIA

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Raio de Luz – A missão de Portugal no mundo, a que o Professor se tem referido nos seus livros, ainda é a mesma depois da entrada deste na Comunidade Europeia?

Professor Agostinho da Silva – Espero que seja maior. E que Portugal varra a casa! Que ponha aquilo em ordem. E que leve o mundo a uma convicção muito importante: é que essa Europa foi toda construída através da Península, com um papel muito largo por parte de Portugal. Portugal realmente sabia Cartografia, sabia Astronomia… e o Colombo, que era um homem extraordinário, supunha que sabia, o que não chega para navegar… Ele nunca teve uma segurança científica como tinham os portugueses. E é por isso que ele – num documento que deixou – acha que D. João II era o único rei do mundo capaz de navegar. E nunca quis sair da ideia de que aquele mundo de que D. João II lhe podia falar era mais mundo do que o que lhe podiam ensinar os geógrafos alemães. 

R.L. – O Sebastianismo em Portugal ainda faz algum sentido no final do século XX?

A. S. – No Brasil fez até há pouco tempo. Em São Luís do Maranhão, os pescadores da Costa vêem de vez em quando aproximar-se a Armada de D. Sebastião. Está como que perguntando se o Brasil se encontra bom para ele desembarcar ou não. Depois vai-se embora: ainda não sabe. Podia não estar lá gente para D. Sebastião. Mas em S. Luís, na capital, o que corre é que se houver um homem bastante corajoso para, numa missa de Domingo, no momento mais solene da missa, dizer «viva El-Rei D. Sebastião!», S. Luís desaparece e as pessoas encontram-se todas na ilha encantada onde D. Sebastião vive.

Toda a gente diz que o Filipe II, depois crismado em Filipe I, veio para Portugal e governou Portugal. Governou Portugal coisa nenhuma! Esteve no Estado português. Foi parceiro do Estado português. Mas nunca governou o povo. O povo foi sempre governado por D. Sebastião.

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O QUE DEVERIA GOVERNAR O MUNDO ERA UMA COMUNIDADE INTERNACIONAL DE LÍNGUAS IBÉRICAS!

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R.L. – O que pensa do Iberismo? Seria capaz de viajar um dia na «jangada de pedra»?

A. S. – Penso uma coisa gravíssima. Aquilo que pode um dia inspirar e guiar o mundo (desde que os passos sejam certos, lentos e pensados) é uma Comunidade Internacional de Línguas Ibéricas! Você já viu a extensão de mundo que isso é?

A última conferência Ibero-americana foi na Baía, terra do Candomblé… E correu tudo muito bem, com grande serenidade e com grande certeza de que o futuro é possível. A este respeito, eu estou sempre insistindo com os meus amigos brasileiros que é uma comunidade de povos, não quero que eles acabem um dia fazendo uma comunidade de governos ou uma comunidade de Estados. 

Acho que o erro que houve com as Nações Unidas já chega. As nações Unidas não são Nações Unidas. São governos unidos. São Estados Unidos. Deviam chamar-se O.G.U.!

Voltando ao Iberismo, acredito nisso. Acredito que o que é preciso é a gente tirar da cabeça que a Península Ibérica é composta de um Estado chamado Portugal e de um Estado chamado Espanha. Já para começar pela Espanha, volta D. João II à cena: quando os reis católicos constituíram a Espanha e comunicaram que havia um país novo denominado «Espanha», D. João II protestou. Disse que Espanha não é um país. Espanha é a Península. Nós, portugueses, somos «portugueses de Espanha». Que ideia é essa de vocês arrebatarem o nome e ficarem sozinhos com ele! A península que está diante de nós é um conjunto de repúblicas de várias línguas, de várias espécies de culturas, governadas por um presidente, de um lado, e por um monarca, do outro… Então, como a Península vai ser tudo, temos de pensar de outra forma. E, provavelmente, não há outra solução senão a solução que houve na Idade Média relativamente aos Municípios portugueses. Portugal até D. João II era uma colecção de repúblicas municipais governadas por um rei, governadas no sentido de se «ir ao leme». De modo que, provavelmente um dia, a solução será uma colecção de repúblicas interdependentes coordenadas (neste sentido de «ir ao leme») por um «mono-arca» que pode ser um rei ou presidente de república.   

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A EUROPA VAI DESAPARECER!

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R.L. – O Prof. pensa que hoje em dia faz sentido usar o conceito de «nação» na Europa; a Europa é uma entidade em crise?

A. S. – Eu acho que a Europa é uma coisa que vai desaparecer! Se nós entendermos a Europa como um conjunto cultural que vem directamente do Império Romano, que dá o Direito (o Direito, afinal de contas, vem todo da Filosofia que os Romanos entendiam mal…) e dá a Engenharia… Os gregos não tinham conseguido fazer a Engenharia. Os gregos fizeram a Geometria de Euclides, que ainda pensaram como Física porque o Euclides achava que na natureza havia cones, havia círculos, havia tangentes, e não há… Mas os romanos não se importaram nada… O que viram no círculo do Euclides foi o modelo de uma roda… E aí têm a Engenharia!… Uma terceira coisa me parece importante: os gregos tinham uma coisa que os romanos tiveram que reconhecer: a «lógica no pensar». Os romanos, no entanto, não eram capazes de se dedicar a este tipo de lógica, era muito complicado para eles. Então introduziram a «lógica na vida». Eu diria que foram os gregos que edificaram as escadas para se chegar ao terraço.

Hoje o mundo está farto de «lógica na vida» e de «Engenharia na vida»: quer outra coisa!

R.L. – O Prof. é um acérrimo defensor do culto do Espírito Santo… é um homem que vive em pleno o culto do espírito Santo… O que tem a dizer-nos sobre isso?

A. S. – Bom, eu acho que ninguém é capaz de viver em pleno o culto do Espírito Santo, e eu muito menos…

R.L. – Porquê?

A. S. – Eu posso fazer uma enumeração de defeitos bastante razoável. Ou de coisas erradas que fiz na vida… E, portanto, ainda tenho e passar por muita coisa para um dia poder ser isso, poder entender isso. O que eu procuro é entender a coisa em si própria. Não há propriamente, nem no que se vê no Brasil, nem na Califórnia, nem na documentação portuguesa, o culto de Deus na festa do Espírito Santo; há o culto do Divino, o culto da obra de Deus. E há a atenção ao concreto. Qual é a primeira coisa desta «atenção ao concreto»? É coroarem um menino o «Imperador do Espírito Santo». Na Ilha Terceira, por exemplo, um menino corado Imperador quando tinha 4 anos foi Roberto Carneiro, o ex-ministro da Educação. Eles julgariam que o menino era capaz de governar o mundo? De jeito nenhum! O que eles achavam é que o menino é o exemplo maior que vemos do homem, e que o homem é a coisa suprema do Universo.    

É curioso que eles tenham escolhido o menino para coroar Imperador… é como se eles desconfiassem, como eu desconfio, que na maior parte das vezes as escolas deseducam as pessoas. Matam o poeta que cada um nasceu para o lançar numa profissão. Um sujeito hoje pode fazer a P.G.A. com distinção se meter uma Enciclopédia toda na cabeça! Mas se o mandarem fazer uma pergunta a respeito de «requeijão» ele diz o que é o requeijão e depois mais nada! É incapaz de fazer Filosofia sobre requeijão… A  propósito disto, uma amiga minha foi a uma escola e encontrou os meninos sentados no chão e ficou impressionada por os ver tão quietos. Perguntou: «Vocês não vão brincar?», e eles responderam: «não, estamos de férias». Estão a ver uma escola toda ao contrário?

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VIVEMOS NUMA DEMOCRACIA CLANDESTINA!

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R.L. – O Prof. concorda com a regionalização?

A. S. – Porque não? O que eu acho é que as regiões não devem ser decretadas no Parlamento de Lisboa. Devem ser construídas pelos povos. Se uma terra aqui tem uma boa relação com uma terra ali e esta com outras, a certa altura este conjunto forma qualquer coisa de separado ou de diferente do resto de Portugal. Então, é uma região.

R.L. – O processo deve então partir dos Municípios?

A. S. – Deve partir do povo, deve partir das pessoas. Por isso é que eu, quanto à acção, estou partindo da Junta de Freguesia, com muito cuidado em não ser de nenhum partido… A Junta de Freguesia é o organismo administrativo mais próximo do povo, que pode não só distribuir junto dele o que é preciso distribuir, como colher elementos que lancem para cima, para os que mandem mais, e assim ter uma ideia do que o povo quer. Não é a Junta em véspera de eleições em que os grandes políticos andam por todo o país comprando gente, se for necessário comprar gente, para eles ganharem aquela autarquia…

R.L. – Acha que vivemos  uma democracia?

A. S. – Sim, clandestina! Porque toda a maioria absoluta cria uma democracia clandestina. É preciso muito cuidado! Estamos a ver a cada passo gente da maioria absoluta a criticar o governo, a mostrar-se diferente. Vemos o exemplo dado pelo Gonzalez, ao lado, que não tendo desta vez a maioria absoluta, viu-se obrigado a uma grande abertura. Para poder ter uma maioria de coligação, ele abriu o Ministério aos catalães e aos bascos!  Aos bascos, que têm uma organização terrorista que vocês conhecem… Se o Gonzalez, ou outro qualquer, escolher este caminho, um dia teremos de facto as tais repúblicas autónomas de que falava há pouco.

Talvez um dia Portugal possa fazer parte disto dando aos espanhóis o bom-senso, a habilidade e mesmo a «manha» de que eles não parecem estar munidos.

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O VERBO «SER» É O VERBO PORTUGUÊS POR EXCELÊNCIA

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R.L. – O Prof. concorda com os que dizem que o escritor português é eminentemente lírico, mau romancista e mau filósofo?

A. S. – Provavelmente o português tem mais acentuado o carácter poético. Aquela coisa de fazer romances é uma espécie de classificação zoológica, que o Eça fez à grande, em que o Saramago anda com bastante mais largueza, mais do que fez o Eça de Queiroz… O povo tem umas histórias que talvez criado, no entanto, a poesia popular em Portugal é qualquer coisa de realmente extraordinário…  

R.L. – E quanto à filosofia portuguesa, pode dizer-se que existe uma «filosofia portuguesa»?

A. S. – Existe, mas não é a dos homens que fazem a Universidade. Porque esses não detêm a filosofia portuguesa. Escolhem um bocadinho de Platão, um bocadinho de Kant, e juntam aquilo tudo… citando este ou aquele fulano que diz qualquer coisa de comum… Não há, de facto, nenhuma filosofia portuguesa que se distinga das outras. Em Portugal a filosofia não é importante, o que é importante é o comportamento. O «ser». Não o «saber», ou o «ter», esses verbos não têm grande importância em português. O verbo português por excelência é «ser». O que é ser filósofo? É olhar a vida e pensar sobre ela. Toda a gente em Portugal é filósofo. Mas se nós empregamos a palavra «filósofo», pomos logo o sujeito num panteão em Atenas. 

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EXPO 98: «EXPOR PARA QUÊ? OUTRA VEZ A ESPADA DO D. AFONSO HENRIQUES?»

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R.L. – Acha que a Expo 98 e o facto de, no próximo ano, Lisboa vir a ser a capital europeia da cultura poderão ser boas oportunidades para Portugal se afirmar?

A. S. – Eu acho que Portugal podia fazer outra coisa: afirmar-se, e o resto do mundo considerá-lo capital europeia da cultura. Em lugar e ser ele próprio a dizer que é a capital da cultura. Quanto à Expo 98, expor para quê? Outra vez a espada de D. Afonso Henriques? Chega! Já tem havido exposições a mais sobre a espada de D. Afonso Henriques…

Mas eles surgiram agora com a ideia – que pode ligar-se à Europa e ao resto do mundo – que é uma exposição sobre os Oceanos. Seria muito interessante que se pensasse sobre este problema: foi da costa portuguesa que se fez a exposição ao mundo do Império Romano; tem, a costa portuguesa alguma coisa de particular? Eu acho que tem. Não é nenhum golfo. É uma costa aberta para um mar amplo. Daqui se pode sair, dar a volta ao mundo, sem estar preso por nenhuma terra. Talvez fosse bom pensar-se nisso: nos Oceanos.

R.L. – O que é que o Prof. tem a dizer da ideia do Miguel de Unamuno de que o povo português é um povo melancólico, triste, suicida?

A. S. – Não era nos Descobrimentos. Isto é, quando aparece a oportunidade de uma proeza à altura de Portugal o povo português não é nada melancólico…

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RAFAEL MONTEIRO FOI DO MELHOR QUE TENHO CONHECIDO

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R.L. – Rafael Monteiro, para além de um grande amigo, foi um homem que morreu sem cumprir vários itinerários da vida. O que tem o Prof. a dizer, que conviveu com ele, deste grande sesimbrense?

A. S. – Rafael foi do melhor que tenho conhecido. Podia ter tomado certas posições de distância e orgulho para com os outros e nunca o fez. Reuniu uma documentação impressionante sobre Sesimbra que passou depois em parte para o Reis Marques… Sobre os pescadores, sobre  Sesimbra como vila marítima, etc. Para além disso, também se ocupou da «vida por dentro». Ele era um homem não só atento ao que se passava fora da pessoa, mas também ao que se passava dentro. Nas circunstâncias em que viveu, fossem complicadas ou difíceis, ele fez o máximo do que estava ao seu alcance. Há muita coisa agora a fazer com base no que ele deixou, muita coisa a fazer a partir dele.

Foi com o Rafael que eu fiquei dividindo Sesimbra em duas partes diferentes. Uma – a praia; outra – o Castelo. Neste momento, o que era necessário era que as pessoas tomassem atenção ao Castelo. O que é que se fará daquilo? Não sei quem foi lá um dia destes e achou aquilo maltratado…

R.L. – Está agora em vias de ser recuperado…

A. S. – Se me fosse dado escolher uma Junta escolhia a do Castelo, lá em cima, e não a da praia, cá em baixo. Como dizia, devemos ter atenção ao Castelo, averiguar sobre o que o Castelo nos poderá dar. Eu não gosto muito da praia. Agora só serve para as pessoas irem lá bronzear-se ou nadar, quando a água deveria ser para a pessoa aprender a flutuar. A vida tem sido muito estragada por gente que nada. E talvez muita gente devesse aprender a flutuar. A deixar que a vida o vá conduzindo a isto ou aquilo… Voltando ao castelo, penso que a partir dele se poderia fazer uma cosia notável para Sesimbra que seria entender a sua história – mas uma história que se fizesse com vista a uma acção futura – e averiguar que elementos dela servem ao mundo.

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A ORDEM DOS TEMPLÁRIOS VISTA POR AGOSTINHO DA SILVA

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R.L. – Quer falar-nos um pouco sobre a história da Ordem dos Templários?

Prof. Agostinho da Silva – Foi uma ordem muito importante, com uma origem, no entanto, muito humilde. A dada altura, S. Bernardo colocou uma questão aos Templários: “vocês abriram caminho aos fiéis para que pudessem chegar a Jerusalém… porque não pensam agora em converter ao cristianismo os mouros que repeliram? Podiam começar por lhes ganhar a confiança com presentes…” Assim se fez, começaram a trocar-se ofertas e a Ordem dos Templários, para ter capital para presentes e em resultado dos presentes aos mouros, tornou-se rica. Quem estava à frente da Ordem, S. Bernardo, um homem prático, um homem precavido, lamentou-se de ter poder. Ele dizia: “acho que me aproximo de Deus na medida em que tenha poder sem o ter”.

Com a riqueza do Templo, imediatamente apareceram reis e grandes senhores – e até gente da Igreja – que queriam tomar conta desse dinheiro. E inventaram ou souberam (porque não é fácil saber o que de facto aconteceu…) que dentro da Ordem havia muita coisa que não era lícita. Daí, a dissolução da Ordem. Tendo ela escapado na Península Ibérica e sobretudo em Portugal com D. Diniz. E é um dos actos que, em D. Diniz, revela o poeta, não só no sentido de criador, mas também no sentido daquele que adivinha o futuro: D. Diniz, com o dinheiro da Ordem, financia as viagens do Infante… Ele já tinha tido outra iniciativa poética: a dos pinhais de Leiria. O pinhal tinha como objectivo segurar as areias batidas pelo vento Oeste e permitir a construção de caravelas. Era esta a capacidade que o D. Diniz tinha de adivinhar o futuro, de o construir a partir do presente.

R.L. – Recentemente, a Ordem dos Templários tenta reimplantar-se. O responsável pela Ordem a nível internacional, depois da sua grande identificação com Roma, depois do período da guerra, cedeu toda a documentação do arquivo da Bélgica a um homem do Porto. Agora, um filho desse senhor está encarregado do arquivo. Devido a algumas modificações relativas à organização administrativa da Ordem, criou-se a Comendadoria de Santa Maria do Castelo em Sesimbra, cuja sede funciona nas instalações do Centro Cultural “Raio de Luz”. O Prof. acredita que um projecto desta natureza poderá fazer sentido em Sesimbra?  

Prof. Agostinho da Silva – O que se terá de fazer primeiro é definir objectivos. Muitos políticos reúnem-se em grandes cimeiras e, por vezes, gera-se a confusão porque não existe uma grande definição de objectivos. Veja o que aconteceu com a Atlântida… O problema pode ser posto assim: Mito ou não? No entanto, não existem objectivos muito claros em relação à resolução deste problema. Não há nenhuma definição de acção, é tudo muito vago…

Voltando aos Templários, e à recente criação de uma Comendadoria em Sesimbra, uma boa estratégia de acção será, por exemplo, procurar saber muito bem o que foi, o que é, e o que poderá ser a Ordem do Templo. Possivelmente, sobre esse assunto, poderá retirar-se informação do castelo de Sesimbra… O que interessa realmente é que a organização averigue a importância que determinada informação poderá ter na sua própria vida, nos seus próprios objectivos, não na vida dos outros, não nos objectivos dos outros… O castelo não está lá onde está por acaso, nada na vida acontece por acaso…

 

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